Guerra do Iraque

No dia 11 de setembro, os Estados Unidos sofreram um ataque terrorista e, após esse atentado, entraram em alerta contra possíveis inimigos. O presidente George W. Bush criou a Lei Antiterrorismo, onde o EUA poderia prender estrangeiros, sem acusação prévia. Na mesma época, o governo conseguiu um investimento de US$ 370 bilhões. O governo então procurou por Bin Laden, possível responsável pelos atentados de 11 de setembro, mas sem sucesso, buscou outros inimigos dos EUA, o chamado “eixo do mal”, onde os principais alvos eram Irã, Coreia do Norte e Iraque, que era comandado por Saddam Hussein e foi o primeiro a ser investigado. 

Em 2002, o presidente Bush acusou o Iraque de ter armas de destruição em massa e colocar em risco os EUA e demais aliados. Diante dessa denúncia, as Nações Unidas investigaram o estoque de armamentos controlados pelo Iraque. Porém, em 2003, a ONU chegou à conclusão de que não havia nenhuma arma de destruição em massa no Iraque.

O presidente Bush contrariou a declaração da ONU e formou uma coalizão militar contra o Iraque e, em 20 de março de 2003, com a ajuda dos britânicos, italianos, espanhóis e australianos, os EUA deram inicio à guerra do Iraque. A coalizão conseguiu derrubar o governo e, em dezembro, capturaram Saddam Hussein.

Um grande incômodo assolou a política dos EUA, visto que não foram encontradas as armas químicas e biológicas que eles afirmavam que o Iraque possuía.

Depois de meses, houve uma eleição para a escolha de políticos que criariam a nova constituição do pais. Jalal Talabani foi escolhido como novo presidente do Iraque e acreditava-se que a soberania seria restabelecida e as tropas norte-americanas sairiam do país. Contudo, o cenário continuava a ter conflitos civis de xiitas e sunitas. As tropas norte-americanas então continuaram no território

Em 18 de agosto de 2010, a Guerra do Iraque teve seu fim.

No entanto, o cenário político iraquiano esteve longe de uma estabilização. Os grupos políticos internos, sobretudo dominados por facções xiitas e sunitas, se enfrentam em vários conflitos civis. Ao longo desses anos de ocupação, os Estados Unidos vem empreendendo uma batalha que não parece ter fim, pois as ações terroristas contra suas tropas continuam ocorrendo. Em 2008, com o fim da era George W. Bush existia uma grande expectativa sobre o fim da presença militar dos EUA no Iraque.

Fonte: http://noticias.r7.com/blogs/infografia/2011/01/18/guerra-do-iraque/

Referências

http://www.guerras.brasilescola.com/seculo-xxi/guerra-iraque.htm

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